É madrugada. Mais precisamente à 01H00 da manhã.
Eu estou aqui sem sono, sem nada pra fazer e pensando um monte de coisas que não deveria pensar.
Morrendo de saudade de pessoas que eu não posso abraçar. E me despedaçando por pessoas que eu magoei, feri e amei muito mas, que eu não soube lidar.
Chorei lendo as coisas que escrevi para Mima e percebi o quão especial e importante ela é para mim.
Minhas lágrimas ainda caem. Calada eu choro solitária. E blogando eu vou contando tudo o que as lágrimas não deixariam a minha voz contar.
Mima, amiga minha.
Eu não sei como isso aconteceu, não sei dizer de onde veio todo esse amor. E por acreditar em Deus, agradeci a Ele por ter colocado você na minha vida.
Você me protegeu, me deu colo. Me amou quando nem eu mesma o fiz.
Me aceitou do jeito que eu era. E eu ainda não consegui me aceitar assim.
Você me deu forças para superar, me fez acreditar que eu ainda podia quando pensava não poder mais.
Me mostrou que ao teu lado eu era forte e que mesmo sendo forte não ia ajudar muito se eu carregasse o mundo inteiro nas costas.
Você segurou a minha mão enquanto eu caminhava na escuridão.
E eu percebi que a escuridão tornara-se mais amena com a tua presença.
Os problemas não são tão assustadores assim e todos os meus erros tornam-se aceitáveis.
Nem sempre corrigíveis mas, humanizados.
Eu só queria agradecer por todas as vezes em que você gritou, me bateu ou podou os meus impulsos.
Agradecer por todas as lágrimas que você secou e todos os abraços que me ofertou.
Agradecer por ter me acolhido, recebido, repreendido e aceitado.
Agradecer por ter me dito que eu estava errada.
Eu só queria demonstrar todo o meu amor e toda a minha saudade.
Mas percebi que um post aqui no blog não foi nem a ponta do iceberg.
Eu te amo, Jemima Portela.
Infinitamente, porque amor não tem dimensões.
Porque o meu amor não é mensurável. Porque é de verdade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário